Os males da bexiga baixa

Também conhecido como prolapso genital, esse problema pode ocorrer em várias mulheres que já tiveram filhos. A bexiga baixa, como também é conhecida popularmente, acontece quando a musculatura das paredes da vagina não consegue sustentar os órgãos que acabam por se deslocar podendo até mesmo sair da vagina nos casos mais graves. Os órgãos que são afetados por esse problema são: bexiga, intestino e útero. O prolapso genital pode ser causado pela gravidez sem o devido acompanhamento médico nos casos de partos naturais, principalmente na hora que o bebê é retirado, ou por alguma lesão acometida no assoalho pélvico.

Com o avanço da idade, e a chegada da menopausa, as chances de surgir o prolapso genital são maiores devido à falta da produção de hormônios fortalecedores dos músculos e dos tecidos.

A bexiga baixa possui diferentes estágios, dependendo da gravidade do problema. Alguns dos sintomas da doença são: prisão de ventre, descontrole ao urinar e dores na região pélvica. Para corrigir o distúrbio, cirurgias que restaurem a posição do canal vaginal são recomendadas para os casos mais graves. Nos demais casos, o tratamento pode ser feito por meio de pressários vaginais: um anel de borracha que é introduzido na região e sustenta o útero e os demais órgãos.

Para a prevenção do problema são indicados exercícios de fortalecimento da área pélvica, que podem ser ótimos aliados também para as grávidas ou para quem planeja uma gravidez. Outras atividades como pilates e yoga também podem ajudar a fortalecer a musculatura pélvica.

Dicas que podem te ajudar a evitar a bexiga baixa:

Alimentação

– Beba de dois a três litros de água por dia. Isso vai te ajudar a eliminar as bactérias do organismo.

– Coma em uma boa quantidade frutas ácidas, que contenham vitamina C, como kiwis, limões e laranjas. A acidez atrapalhará o desenvolvimento dos germes no corpo.

– Evite comer açúcar refinado.

Precauções

– É aconselhável que você faça ginásticas para fortalecer a região pélvica.

– Use roupas íntimas de fibras naturais regularmente. – Não use produtos de higiene íntima com formulas pesadas com muitos conservantes e perfumes, pois eles podem influenciar no crescimento de bactérias. – Não espere estar muito apertado para urinar. Vá ao banheiro com frequência principalmente após as relações sexuais, pois isso vai ajudar a expulsar as eventuais bactérias da sua região íntima. Não deixe de procurar um especialista da área para fazer um acompanhamento médico e assegurar a saúde da região. Se cuide!

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