Incontinência urinária: um problema que aflige muitas mulheres

A doença atinge mulheres de todas as idades, porém é mais frequente na terceira idade no período pós-menopausa.

Em São Bernardo, interior de São Paulo, por exemplo: uma em cada 10 mulheres se queixam do problema. A maioria passou por muitos partos normais e apresenta sobrepeso ou obesidade. Apesar da classe feminina ser mais afetada, muitos homens também sofrem com esse mal.

A incontinência é uma doença crônica que pode surgir lentamente e com sintomas inicialmente leves. Grande parte das pessoas acham que o distúrbio é “normal” e que faz parte do envelhecimento, o que é um grande equívoco. Na verdade é uma problema que atrapalha muito a qualidade de vida, que pode interferir no convívio social, nas atividades diárias, e até nos relacionamentos amorosos. Quem sofre com a disfunção pode se sentir constrangido e ter sua rotina diretamente prejudicada. Por isso é importante buscar tratamento rapidamente, pois quanto mais cedo ele for iniciado maiores serão as chances de cura.

Tipos de incontinência urinária:

De esforço:

Acontece quando há liberação involuntária de urina ao tossir, espirrar, gargalhar, carregar peso, ou realizar algum esforço. Atinge cerca de 60% a 70% das mulheres que sofrem com o problema.

De urgência:

Ocorre quando existe uma incontrolável e frequente vontade súbita de fazer xixi. A pessoa não consegue “segurar” a urina por causa da hiperatividade da bexiga.

Como identificar?

O normal é que a pessoa faça xixi cerca de sete vezes por dia. Pessoas que sofrem com a incontinência superam essa quantidade e acordam diversas vezes durante a noite para urinar. Se você apresentar esses sinais, é bom ficar alerta e procurar um médico especialista. No diagnóstico será feito a analise dos sintomas e serão realizados exames como o estudo urodinâmico que observa o funcionamento da bexiga.

Tratamento

Detectada a doença, inicia-se o tratamento que em alguns casos é cirúrgico. Entretanto, a fisioterapia vem se mostrado muito eficaz e é indicada para todos que sofrem com o distúrbio. Em pacientes no qual a incontinência é identificada em sua fase inicial, pode ser que a fisioterapia já elimine o problema. Os exercícios devem ser passados por especialistas, e depois podem ser repetidos em casa conforme orientação e autorização médica. Algumas vezes eles são combinados com medicação via oral. É muito importante que os pacientes que passaram por procedimentos cirúrgicos também realizem os exercícios para uma recuperação ainda mais efetiva.

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